Chuva, que bate ao mesmo tempo
no chão, no grão, no meu coração.
Me sento na janela
para ouvir melhor seu som.
Remexe o esperado verde natural.
Rasga a rotineira solução
do silêncio asfalto,
milenar dama junco canção.
Porém, o astro rei já vem,
Teu calor me convém
E começo lembrar...
De um lindo sorriso.
Do Zoom de uma abelha.
Desse arco iris que surge.
O vapor que desenha.
Porém, o astro rei já vem,
teu calor me faz viver,
e os olhos começo cerrar.
Porém, o astro rei já vem,
O astro já vem, o astro rei já vem,
e a chuva vem também.
Luz Natural
quinta-feira, 21 de junho de 2012
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Rotos, desgostos e engodos.
Aqui completo meu trio lunático, liríco e escrito.
Tinha idéia desde de 2009. porém gostaria de tê-la desde a criação do "Com a luz apagada". Agora se completam no vazão criado da solidão. Do escuro, o olhar que não reconhece o que vê, mas ve formas, aponta o algo. Da luz acesa, a retina sofrida de uma noite em claro, mais frenético, estrekinado e terrívelmente calmo.
Na luz natural, esse ciclo se fecha e se inicia, lugar ambiguo, fio de agulha. Onde olhos descassam, e se preparam novamente paro o imergir no desconhecido escuro. Na falsa luz. Depois fio de agulha de novo.
Dionysius M.
Tinha idéia desde de 2009. porém gostaria de tê-la desde a criação do "Com a luz apagada". Agora se completam no vazão criado da solidão. Do escuro, o olhar que não reconhece o que vê, mas ve formas, aponta o algo. Da luz acesa, a retina sofrida de uma noite em claro, mais frenético, estrekinado e terrívelmente calmo.
Na luz natural, esse ciclo se fecha e se inicia, lugar ambiguo, fio de agulha. Onde olhos descassam, e se preparam novamente paro o imergir no desconhecido escuro. Na falsa luz. Depois fio de agulha de novo.
Dionysius M.
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