Aqui completo meu trio lunático, liríco e escrito.
Tinha idéia desde de 2009. porém gostaria de tê-la desde a criação do "Com a luz apagada". Agora se completam no vazão criado da solidão. Do escuro, o olhar que não reconhece o que vê, mas ve formas, aponta o algo. Da luz acesa, a retina sofrida de uma noite em claro, mais frenético, estrekinado e terrívelmente calmo.
Na luz natural, esse ciclo se fecha e se inicia, lugar ambiguo, fio de agulha. Onde olhos descassam, e se preparam novamente paro o imergir no desconhecido escuro. Na falsa luz. Depois fio de agulha de novo.
Dionysius M.